Presente (2009)
Intérprete na reposição do solo "Murmúrio" de Benvindo Fonseca para o Lisboa Ballet Contemporâneo, dia 29 Abril 09 no Auditório Eunice Munôz, Oeiras.
Integrou como bailarina o espectáculo "Ópera Crioulo" de Vasco Martins e António Tavares, apresentado dias 27 e 28 Março 09 no Grande Auditório do Centro Cultural de belém.
Orienta o Workshop "Residentes" de Outubro 08 a Junho 2009.
Professora de AEC ao Ensino Básico na Escola 120-Telheiras.
Professora de Dança Contemporânea ao ensino básico na Escola 49-Sete Rios.
2008
Em 2008 é co-criadora do espectáculo transdisciplinar “Manifesto iD”, promovido pela sentidos ilimitados® e estreado a 24 Abril no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra.
Integrou como bailarina, o espectáculo "Amar a Terra" de César Moniz pelo Kama Suna Ballet Company, apresentado dia 6 Junho no Centro de Artes de Sines.
Orientou aulas de movimento contemporâneo no C.E.M de Abril a Junho 08.
Participou com a criação de uma instalação e movimento numa performance artística na Casa Museu da Fundação Bissaya Barreto dia 19 Junho 08 em Coimbra, baseada numa adaptação do projecto "Manifesto iD", sob a direcção artística de Paula Pinto.
Criou e interpretou "Solo nº13" para o espectáculo "Ópera por Caminhos Reais" apresentado dias 11, 12 e 13 Julho no Museu dos Coches em Lisboa.
Frequenta desde Janeiro 08 aulas de Pilates orientadas por Larissa Lima e Luis Ribeiro, Tai-Chi e Chi-Kung com Claudio Fung, Yoga com Teresa Caiado e Ashtanga com Nuno Vintém.
2007
Em Maio 2007 foi mãe da Zoa
Em Novembro 07, Dezembro 07, Janeiro 08 e Fevereiro 08 orienta Lab.Pesquisa e improvisação no Estúdio de dança 7ª Posição.
2003 a 2006
Foi bailarina da Companhia Lisboa Ballet Contemporâneo
Passado
Formação
Frequentou o curso de Dança da Escola Profissional Balleteatro no Porto (94/97) e a Escola Superior de Dança de Lisboa (98/02).
Na sua formação artística, foi ainda atravessada pelos cursos de Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança em 03 orientados por Francisco Camacho, Vera Mantero e João Fiadeiro, e em 04 por Clara Andermatt, João Garcia Miguel, Francisco Camacho e Rui Horta. Em 03 foi ainda atropelada pela Zona Z de formação intensiva do C.e.m.
Como formação técnica complementar realça workshops de técnica dança contemporânea, contact improvisation, improvisação e composição com Emmanuelle Huynh, Didier Silhol, Africa Navarro, Hélen Barten, António Carallo, Nicolas Cantillon, Andreja Rauch, assim como Butôh com Christine Chu, Yoga com Nuno Cabral, Voz com Lúcia Lemos, Som e movimento com Carlos Zíngaro e Sofia Neuparth, Limon com Nina Wallom, Cunningham com Jan Zobel, Henri Oguike e Margarida Bettencourt, Release com Mary Fulkerson O´Donnell, Dinâmica da improvisação com Águeda Sena, Site - specific com Durk Dumon, Dança Africana com Petchú e Teatro com João Garcia Miguel.
Experiência Pedagógica
Depois de pequenas experiências onde alimentava o seu sonho de colocar “O mundo inteiro a dançar...”, considera que a grande ferida no seu percurso pedagógico, teve inicio em 98 quando se desafiou ao voluntariar-se no Estabelecimento Prisional de Lisboa, para “estar” com os utentes da Ala G - Recuperação de Toxicodependentes, e partilhar as suas tarefas, despertando neles a curiosidade de também fazerem o que ela fazia...dançar. Contra todas as expectativas e naturalmente, 2 dezenas de presos exprimiram-se em palco através do corpo, transbordando liberdade pelos olhos do coração. Criou para eles “Renascer” e “Cores interiores” em 98 e 99 e coreografou 3 músicas do grupo de música “Fusão” para o Festival Inter-Prisões. Acabou, obviamente, por se revelar uma das experiências mais gratificantes da sua vida, e esses meninos e esses momentos, ecoam até hoje na forma como saboreia o desapego e idolatra as pequenas coisas que se cruzam no seu caminho. Descobriu a partir daí, o seu interesse em estimular e desafiar qualquer corpo, inclusive o seu, a exprimir-se através da suas vivências individuais, memórias e percepção dos sentidos. Nessa direcção, e cruzando o seu percurso como intérprete, sedenta de aprender mais e inconformada com o que reconhece, orienta até hoje blocos intensivos de trabalho de corpo, em formato de aulas, workshops e laboratórios de movimento contemporâneo, Pesquisa de movimento, Improvisação e Composição no Estúdio de Dança 7 posição e no C.e.m.
Interpretação
Realça como bailarina a interpretação nas peças: “Stonewave” de Né Barros (96), “Imagens” de Jorge Levi (96), “Discurso da violência” de Isabel Barros (95/96), “Dancing Voices” de São Castro (00/01), “Horizonte” de Nina wallon (00), “Percursos” de Constança Couto (00), “Reflexos” de Rui Pinto (01), “Paixão” de Gagik Ismaillan (01), “A Arte da Fuga” de Rui Lopes Graça (01/02), “Raízes cor-de-rosa” de Sofia Silva (02), “Disseste!?” de Inês Tarouca (02/03), “Stand-by” de Olga Roriz (02).
Em Teatro realça a interpretação na peça “Interiores” de Jorge Levi, no espectáculo “Quem tem, tem…” e na peça “Sede Bom cão” encenada por João Garcia Miguel a partir do “Quarteto” de Heinner Muller.
Destaca a participação nos grupos de improvisação “Os cães da banda” e na “Compota”, os espaços experimentais e as Jam sessions como os momentos de maior descoberta e revelação do tronco que a sustenta como intérprete e criadora.
Foi bailarina da Companhia Lisboa Ballet Contemporâneo de 2003 a 2006 onde dançou as criações de Benvindo Fonseca: “Uma Noite com Ella”, “Sal Capate”, “Makeba”, “Múrmurio”, “Para que a terra não esqueça”, “Como água para chocolate”, “A Casa de Bernarda Alba”, “Castâneda”, “Mar” de Madredeus Ballet e ainda “Veronika…eu?” de Gagik Ismaillan e “Dreamland” de Barbara Griggi.
Criação
No seu percurso coreográfico e artístico destaca: “Dança Macabra” (Queluz 2000), “De(s)encontros” (2001 Clube Estefânea - Lisboa), “Misa Crioula” (2002 Ruínas do Carmo - Lisboa), “Interior – Exterior - Interior” um trabalho de Site - specific e “Divagações envoltas em figuras” inseridos no 5º Festival de Dança em Paisagens Urbanas (2002 C.C.B. Lisboa).
Os espectáculos “Al-Andaluz” (Bba - Lisboa 02) e o Dvd “Luce Prima” (Igreja São Tiago - Palmela 03) com o guitarrista Jorge Van Zeller e a violinista Halka Berezovska, assim como as performances “Intercessor I, II e III” onde mergulhou em tempo real com o violinista Carlos Zíngaro “Intercessor I” (1ªmostra do IPAE de dança no CCB - Lisboa 2003- Voz de Sofia Neuparth), “Intercessor II” (Festival Realidades Invisíveis - Torres Vedras 2004- Vídeo de Virgínia Mota) e “Intercessor III” (Palácio Sotto Mayor Lisboa 2005- Fotografia de João de Castro), foram sinais da sua obsessão no desbravar dessa aprendizagem que considera eterna da emoção em relação.
Em 2004 apresenta em co-criação com Maria Ramos e Vítor Roriz: “Deambulatório” inserido no Festival X (Mercado da Ribeira - Lisboa).
Contactos:
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